óooo .. é pra ti
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VOU HOJE, não sei quando volto , se volto , como volto ... talvez eu fique, fuja algum dia, ou retorne pra sempre . não decidi pra onde, nem com quem nem como . VOU HOJE , feliz por ir , triste por não saber . VOU HOJE, não sei quem vou encontrar , como vou encontrar , onde vou encontrar . VOU HOJE , pra que quiser me levar, pra onde quiserem me ter , pra quando nunca mais voltar
VOU HOJE ... não sei pra onde , não sei como , não sei se . . .
sabe aquele cheiro ??? voltou, anda perseguindo narinas . já corri mato, busco capim erva-cidreira, folhas mate verde , pinheiro e seiva , galhos secos, abutre podre . queimei os plásticos do armário , fogo imundo , benzina e vaselina . invadi o quarto do parto , cheiro corpo aberto e vermelho parado. digeri líquidos fétidos em meio asfaltos . fugi, corri, bebi . inventei misturas, perdi decência . tentei de louca até doutora , fingi amores , troquei de nome , joguei seixos . perdi controle , vazei salgado . sacrifiquei , ousei , usei . te tentei , me desfez . dilata esse cheiro maldito , sucumbe odores do lado, da tara . . . da farsa .
que as horas presentes voem, e que o sentir vazio e solitário que insistem em rondar esse lote de margaridas e lírios convulsivamente abandonadas e expostas ao odor do teu gozo negado, façam brotar viscerais orquídeas de incontidos espasmos, deleitos do teu íntimo ora jorrados e ind´hoje aprisionados neste inconjugável sopro de restos .
do nada tuas palavras brotaram , assim como se adubo tivesse sido adicionado ao teu leito . de longe tuas confusas frases e cuidadosos dizeres cristalizaram por segundos , barrancos de procura e desespero por singelas vírgulas de atenção e pretensão . segura meu riso solto, é armadilha conhecida de delírios desejos a tempos esquecidos.
Manuel Passos
não bastasse a sobra,
julgam-te diferente
teus olhos, os meus, os dela também . mais um ou dois deles .aqueles grandes, brilhantes de verde profundo . aquele que se esconde atrás de armações, ilusões . olhos de rima , de histórias encantadas, desnudas. presentes de valiosa presença . saudade, dúvida, temores . alvo fácil, tua mira na minha , minha crise e tuas perguntas .
desculpa os olhos nos teus ... desculpa os meus nos teus ... desculpa eles ... desculpa ... ainda falta o teu !
ando perdida em idéias , pensamentos descompassados .... Meto a boca em bobagens alheias , férias para os tormentos que rondam . . .
espero um desejo, um beijo um aceno que seja, ainda que por desleixo do momento diante de penhascos tormentos, adornos de conflitos que multiplicam e inspiram tracejo.
como cu´ando dos caracóis que bravejam a vida ao sol
e de tudo , ..... é preciso admitir algumas coisas ....
' Por tanto amor
Por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz
Manso ou feroz
.......
Preso às cancões
Entregue às paixões
Que nunca tiveram fim
Vou me encontrar
Longe do meu lugar
........
Longe se vai sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir o que me faz sentir
........ '
(Sérgio Magrão e Luiz Carlos de Sá)
Vasculha teus antes , dá uma passada nos se não , repensa teus talvez e ouve um pouco mais teus gostaria . ignora teus medos e disfarça ( ao menos ) essas dúvidas . assume de antemão o teu querer e muda essa filosofia teórica que consome teus dias, inibe tuas presas e afasta teus gozos sabores. consome essas doses cavalares de drogas e ácidos dispostos lado a lado da tua calçada e dispara sofregante sentindo o tremor dos teus membros viscosos possuídos e adormecidos pelos anfetamínicos ingeridos. dispõe assim, liberdade aos teus quereres mais vulgares e imundos , recheados de corpos e línguas intrusas que a tanto te fazem negar .
e a gente se dá bem !
eu amo ela
e
ela ama eu
Amanheci Sinatra , despertei ¿ my way ¿ . sozinha, calada . das gotas geladas escorrendo pelo corpo, segundos de idéias e desejos vagos . banho bendito de aroma doce . das breves lembranças teu sorriso embala em saudades , tua voz faz sorriso fácil . o esperar acende ânsia , delírios, prazeres . das paredes já sem respostas, crucifixos estancados a mirar e julgar meus podres poderes , repudiar meus tolos preceitos e escarrar esse vulgo semblante de fugaz desleixo e ilícitos quereres. de todas as idas, o repúdio dos blefes ; que ainda que sujos , feitos somente do meu jeito.
Parou e ouviu - parte II
voltou à praça , e eles continuavam entrelaçando-se. . . límpidos, cristalinos, puros . . . entre tantos desencontros , ainda teimavam em esbarrar-se . . .
continua sendo pouco . . .
mas é tudo o que ela segue acreditando . . .
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Perturbada, perde horas de vida em busca de nem sabe o que, fala difícil de coisas simples e deixa de viver o fácil para divagar sobre o incerto. Sofre de dores e amores vadios, restos de podridão encharcados por corpos fétidos e latentes . Estrangula poderes, suga paciências, exala rancores. Colhe solidão. Sofreguidão. Perdão de poucos. Segue assim, vadia e sozinha tua filosofia, perde-te em deleites de corpos frios e voluptuosos e não espera das faces do dia nada além de escuridão e solidão, exaustão, putrefação. . .
Contradigo alguém de perto e travo¿lingua , semana de horas demasiadamente prolongadas, de dias inacabáveis, fúteis, inúteis, pesados, escassos. Ultimato para vilões e visões e pensamentos e desejos abstratos, sonhos vãos, ouro de tolo. Semana imprópria, de chuva rasa cor escura e cheiro mofo.
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acordou enjoada , embrulhada , odiada , certa que bons dias acabaram. sente solidão , o penhasco a frente , desilusão , a razão , a falta de emoção. sabe-se sozinha nos dias que findam , pensa refúgios ocos, caos . cães famintos rondando . aromas de campo e sol , tua pele , teus olhos . quer tudo, talvez ela, quem sabe aquela. busca fome , sente sede , deixa a rede , prende a teia . . . assim segue a tola.
( . . .) Que é uma pena / Mas você não vale a pena / Não vale uma fisgada dessa dor / Não cabe como rima de um poema / De tão pequeno / Mas vai e vem e envenena / E me condena ao rancor / De repente, cai o nível / E eu me sinto uma imbecil / Repetindo, repetindo, repetindo / Como num disco riscado / O velho texto batido / Dos amantes mal-amado / dos amores mal-vividos / E o terror de ser deixada / Cutucando, relembrando, reabrindo / A mesma velha ferida / E é pra não ter recaída / Que não me deixo esquecer . - não vale a pena - Maria Rita
teus beijos a luz da lua
acende e inventa
reproduz e revela
as dúvidas
as dores
os amores
das certezas
do que não quer
das dúvidas
de todo resto
EU APOIO A TÍCCIA , NÃO DISCUTO E DIVULGO ...
Em tempo: Acabo de olhar demoradamente o site da "Gabriela Gomes" ou "Gabriela Dantas" ou seja lá que nome essa criatura tenha. E só posso chega à conclusão de que ela deve ser completamente louca. Até o texto que o Araken fez pra mim está no blog dela, creditado a um amigo. O blog é praticamente cópia do meu, tudo assinado por esta senhoura. O blog da desclassificada é www.meujardimsecreto.blogger.com.br. Por gentileza, me ajudem a divulgar esta fraude, por que agora além de furiosa, eu tô possessa. Aproveita e vê se não tem coisa sua roubada lá também. Já identifiquei o que me parece ser um texto da Angie, no dia 31/03/2003.
Gabriela, agora estou falando com você:
DELETE TUDO O QUE ME PERTENCE DO SEU BLOG. O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO É CRIME E EU NÃO VOU DEIXAR BARATO.
por TÍCCIA
Ela reza que o dia acabe, o ano acabe. Precisa de gasolina de companhia de colo de dinheiro. Precisa de adorno, suborno, contornos. Precisa de cheiros, dedos, loira e morena. Quer tempo, busca letras, canta versos, inventa modas. Chora dores, come amores, sente fome, busca cores. Foge gozos, sente sopros, finge poses cospe fogo.
Infame, é ela e ninguém igual . . . ainda reza
.
postado por Papillon | consuma com furor: 12/2/2003 04:20:42 PM
Dispara em meio a avenidas, frenética e entorpecida em busca de não sei que perdido não sei onde. Tropeça em montes de restos de lembranças e
saudades e indecisões e cai dura e suja diante do altar que venera. Levanta o fuço, abre esses olhos relentos, estufa esses peitos que tu carrega e assume de pronto teu desejo. Mira os verdes que ela carrega e ainda que gaguejando te faz mulher capaz de levantar e seguir sozinha, amando e odiando.
do final de semana . . .
contemporâneo .cultural . nervoso . no contexto . expressivo . diálogo . visão . aproveitamento . amadurecimento . relacionamento . traição . contravenção . namoro . paixão . envolvimento . carência . transparência. descoberta . minha coberta . tua coberta .
a questão é ; relacionamentos teoricamente propostos levam a uma prática politicamente correta ???
rá !
delírios de um fim de festa . . . parte II
ela 1 - porque estrelas
ela 2 - porque eu gosto!
ela 1 - hãaaaa
ela 2 - quer vinho ??
ela 1 - !!!????
delírio de um fim de festa . . .
passou
olhou . . .
retornou
olhou . . .
sentou
aceitou
conversou
entregou
adorou !
| E n s a i o s . . . Onde migalhas de intimidade são consumidas com furor . |
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12/30/2003
12/29/2003
12/28/2003
12/23/2003
12/22/2003
12/19/2003
12/16/2003
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12/12/2003
12/11/2003
12/10/2003 Parou e ouviu - parte II
12/9/2003
12/8/2003
12/3/2003 EU APOIO A TÍCCIA , NÃO DISCUTO E DIVULGO ...
12/2/2003 . postado por Papillon | consuma com furor: 12/2/2003 04:20:42 PM
do final de semana . . .
12/1/2003
delírio de um fim de festa . . .
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