não quero morrer sozinha sentada à beira de uma sacada qualquer . quero ao meu redor casa cheia, amor da minha vida , vidas ilustres , histórias vividas. quero cheiro de criança e jovens audaciosos. quero sopros de gozo e risos afoitos. quero ter aqueles que ficam para contar nossas histórias, meus tolos tormentos , meus vícios ... meus fincos . quero morrer assim , encoberta de vida . porque se assim não for , não vou esperar paciente . não assim sentada , assim sozinha .
postado por Papillon | consuma com furor: 3/24/2004 07:44:24 PMnão sou dessas mulheres lindas, que caminham pelas ruas despejando um ar de conhecimento absoluto sobre si mesmo . que esboçam sorrisos e olhares sexys que fazem os operários pararem e virarem em sua direção . que desfilam perfeitas em cima de seus saltos agulha , fazendo com que a perna realce e marque ainda mais aquele músculo bem definido que explode quando ela dá um passo mais firme . essas mulheres de corpos excitantes e mentes pensantes . mulheres de gostos finos e gestos calculados. mulheres perfeitas, ainda que por alguns passos, algumas calçadas , sob algumas visões . . .
postado por Papillon | consuma com furor: 3/23/2004 04:53:57 PMvago pelas ruas de flores despreendidas e condenadas a putrefação do caos, ansiosa e receosa pelo destino palpitante e encoberto de entrelinhas morbidas e ressonantes de um passado penoso , audacioso e vagoso . . .
postado por Papillon | consuma com furor: 3/18/2004 06:13:03 PM
busco refúgio em lugares insólitos, impregnados de rancor e acometidos por fétidos comportamentos e vulgares dizeres da vida alheia. busco refúgio em corpos indiligentes , devastados pelo maremoto de podridão e depravação que insiste em prevalecer. busco refúgio em largas ruas, pombas, pastores, mendigos e índios, moças fáceis , vidas difíceis , calçadas gélidas e imundas . busco refúgio entre becos e guetos , entre suor , sexo e cerveja. busco refúgio de pensamentos mórbidos, de preguiça indigesta, nomes passados, ruas desertas, dores aflitas . . . busco refúgio qualquer que abrigue este lânguido e silencioso descompasso da natureza.
não faço dos meus dias nem mais nem menos...
faço tanto quanto poucos, e menos do que muitos .
| E n s a i o s . . . Onde migalhas de intimidade são consumidas com furor . |
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3/24/2004 não quero morrer sozinha sentada à beira de uma sacada qualquer . quero ao meu redor casa cheia, amor da minha vida , vidas ilustres , histórias vividas. quero cheiro de criança e jovens audaciosos. quero sopros de gozo e risos afoitos. quero ter aqueles que ficam para contar nossas histórias, meus tolos tormentos , meus vícios ... meus fincos . quero morrer assim , encoberta de vida . porque se assim não for , não vou esperar paciente . não assim sentada , assim sozinha . postado por Papillon | consuma com furor: 3/24/2004 07:44:24 PM3/23/2004 não sou dessas mulheres lindas, que caminham pelas ruas despejando um ar de conhecimento absoluto sobre si mesmo . que esboçam sorrisos e olhares sexys que fazem os operários pararem e virarem em sua direção . que desfilam perfeitas em cima de seus saltos agulha , fazendo com que a perna realce e marque ainda mais aquele músculo bem definido que explode quando ela dá um passo mais firme . essas mulheres de corpos excitantes e mentes pensantes . mulheres de gostos finos e gestos calculados. mulheres perfeitas, ainda que por alguns passos, algumas calçadas , sob algumas visões . . . postado por Papillon | consuma com furor: 3/23/2004 04:53:57 PM3/18/2004 vago pelas ruas de flores despreendidas e condenadas a putrefação do caos, ansiosa e receosa pelo destino palpitante e encoberto de entrelinhas morbidas e ressonantes de um passado penoso , audacioso e vagoso . . . postado por Papillon | consuma com furor: 3/18/2004 06:13:03 PM3/14/2004
3/8/2004
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