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6/29/2004
Desse buraco sem fim, fartam-se belas damas oriundas de desafetos, que cegas palpeiam na escuridão restos imorais , regados a vinho tinto e encobertos pela névoa de nicotina que compõem o estreito corredor entre o ser e o querer . . .
posted by PAPILLON ARIANA |
6/29/2004 11:59:39 AM
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ao amigo Marco , agradeço pelo carinho no Interlóquio , apresentando minhas intimidades ao mundo de lá ! .
posted by PAPILLON ARIANA |
6/29/2004 11:54:06 AM
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6/20/2004
e se eu choro é porque tem alguma coisa aqui dentro me espinhando , é porque essa inquietude insiste em não me abandonar, esse mal estar me consome horas , me deixa muda . é como se eu mesma estivesse apontando um rifle na minha direção , é como estar correndo pra não perder o que eu ainda nem achei , é conflito interno, indecisão , medo , é receio de possíveis atos , é carência é falência. é uma vida que só encontra curvas, é amor mal resolvido, sentimentos amontoados, frases esgasgadas, derrotas , histórias, dores, dúvidas, mágoas.
é choro que faz arder a garganta , que deixa olheira, que escorre e mancha ...
é água salgada de uma frágil vida confessa
posted by PAPILLON ARIANA |
6/20/2004 10:24:17 PM
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6/15/2004
Não me saibas assim simples , assim linear, de sentimentos óbvios e gostares comuns. Essa quietude que me acompanha é ilícita. Complexidade doída de cífras subjetivas e inconstância de quereres. Caricatura de menina dura em dias rudes de ruas imundas e prazeres fúteis, que busca em vida singular o plural de amor etéreo. Homero
posted by PAPILLON ARIANA |
6/15/2004 12:35:57 PM
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