Hipocrisia esperar satisfação das tuas fugas atitudes. As regras do jogo são claras, as peças acomodadas lado a lado , deslocam-se sob olhares precisos, jogadas calculadas, onde o poder prevalece o querer. A rainha de olhos vendados não acompanha os movimentos na torre.Bate o cavalo, o tabuleiro é móvel. Xeque-mate pro teu saber, mensageiro de essência que desaparece no ar como um agente que instala-se nos outros, celando seu poder nos tijolos da memória. De cor conhaque são tuas postas peças que rebatem nas minhas o desejo do teu desejo.
postado por Papillon | consuma com furor: 7/22/2004 12:37:07 PMEu brindo agora aos prazeres carnais, as sutilezas do amor as dores de outono os gozos d´outro corpo as horas de horror as corridas em fuga os banhos de choro as crianças de ontem os homens de longe as perdas de todos as promessas mal feitas os infiéis de agora as chamas já mortas os corpos rasgados as mãos de outrora as palavras mal ditas as línguas bemquistas as camas de morte os guetos sombrios os beijos sem fim e o vazio daqui.
postado por Papillon | consuma com furor: 7/15/2004 12:30:16 PMNua e fria , te pintas entre tramas e fitas em vazias sacadas de vadios bordéis, onde damas gentis transpiram nojo e brindam gozos fadados à hipocrisia perante anciões fétidos e indigestos.
postado por Papillon | consuma com furor: 7/4/2004 06:49:00 PM| E n s a i o s . . . Onde migalhas de intimidade são consumidas com furor . |
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7/22/2004 Hipocrisia esperar satisfação das tuas fugas atitudes. As regras do jogo são claras, as peças acomodadas lado a lado , deslocam-se sob olhares precisos, jogadas calculadas, onde o poder prevalece o querer. A rainha de olhos vendados não acompanha os movimentos na torre.Bate o cavalo, o tabuleiro é móvel. Xeque-mate pro teu saber, mensageiro de essência que desaparece no ar como um agente que instala-se nos outros, celando seu poder nos tijolos da memória. De cor conhaque são tuas postas peças que rebatem nas minhas o desejo do teu desejo. postado por Papillon | consuma com furor: 7/22/2004 12:37:07 PM7/15/2004 Eu brindo agora aos prazeres carnais, as sutilezas do amor as dores de outono os gozos d´outro corpo as horas de horror as corridas em fuga os banhos de choro as crianças de ontem os homens de longe as perdas de todos as promessas mal feitas os infiéis de agora as chamas já mortas os corpos rasgados as mãos de outrora as palavras mal ditas as línguas bemquistas as camas de morte os guetos sombrios os beijos sem fim e o vazio daqui. postado por Papillon | consuma com furor: 7/15/2004 12:30:16 PM7/4/2004 Nua e fria , te pintas entre tramas e fitas em vazias sacadas de vadios bordéis, onde damas gentis transpiram nojo e brindam gozos fadados à hipocrisia perante anciões fétidos e indigestos. postado por Papillon | consuma com furor: 7/4/2004 06:49:00 PM |
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